A pele onde eu vivo

Abordando a tatuagem como uma forma de que a pessoa se aproprie do próprio corpo, projetei a série "A pele onde eu vivo", em que bordo em uma fotografia de meu rosto todas as tatuagens de várias de minhas amigas. Cada peça reúne as tatuagens de uma mesma mulher. É uma alegoria sobre a ideia de colocar-se na pele do outro e uma série empática que questiona a forma como a mulher é tratada na sociedade ocidental atual.





















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